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Uma nova forma de educar, combinada com o empreendedorismo

segunda-feira 3 de junho de 2013

Buscar uma educação inovadora e que capacite as pessoas para empreenderem na sua vida particular e no mundo dos negócios. Esse foi o foco das palestras realizadas pelos especialistas internacionais em educação Bunker Roy e José Pacheco, na terça-feira (28), durante o Encontro Nacional de Educação Empreendedora promovido pelo Sebrae, em Brasília.

Mais de mil pessoas puderam escutar as experiências educacionais vividas pelo indiano Bunker Roy nos últimos anos em que ele está a frente da Universidade dos Pés Descalços. Bunker contou histórias de mulheres analfabetas de países como o Afeganistão. Elas se transformaram em engenheiras solares em apenas seis meses e puderam levar para seus bairros o desenvolvimento por meio dos conhecimentos adquiridos. “Muitas dessas mulheres já são avós e nunca tinham tido uma oportunidade na vida”, afirmou o especialista.

O indiano também disse que está no país com a missão de levar para a Índia cinco brasileiras – que sejam avós, carentes e analfabetas – para capacitá-las pela Universidade dos Pés Descalços. “Ao voltarem para o Brasil, essas mulheres poderão ajudar a levar o desenvolvimento para as suas localidades”. Bunker Roy foi indicado pelo jornal inglês The Guardian como uma das 50 pessoas capazes de salvar o mundo. Ele passa a vida ensinando as pessoas que ganham menos de um dólar por dia a desenvolver competências empreendedoras nas comunidades pobres onde vivem.

O professor português José Pacheco também falou aos participantes do Encontro Nacional de Educação Empreendedora sobre a criação da Escola da Ponte em Portugal e a instalação de uma escola que utiliza os mesmos métodos em uma zona carente da cidade de Cotia, em São Paulo. A educação proposta por essas duas instituições é gratuita e voltada para crianças carentes. Seu grande diferencial é que não existem séries, nem classes, e os alunos são estimulados a buscar o aprofundamento em todos os temas abordados. Eles passam o dia inteiro na escola e, além de terem acesso ao conteúdo programático, exercem atividades extracurriculares como circo e skate.

Fonte: Portal do Desenvolvimento

 

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