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Rede Social dos Arranjos Produtivos Locais chega a mil participantes

sexta-feira 11 de outubro de 2013

A Rede Social dos Arranjos Produtivos Locais (APLs) atingiu a marca de mil inscritos. A ferramenta constitui um dos três blocos que compõem o Observatório Brasileiro de Arranjos Produtivos Locais (OBAPL), lançado pela Secretaria de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (SDP/MDIC) em dezembro de 2012. Os demais são um banco de dados e um portal na internet. 

Destinado à troca de informações e conhecimentos que possibilitem a elaboração em grupo de projetos que os próprios APLs irão gerir, a rede é estruturada em comunidades por interesse. O escritório virtual disponibilizado pela plataforma oferece um espaço colaborativo para a construção coletiva de projetos. O Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais (GTP-APL), coordenado pela SDP, é o responsável pela iniciativa e conta com o auxílio dos 27 Núcleos Estaduais de Apoio aos APLs.
Funcionalidades
Por meio do dispositivo é possível construir uma comunidade do APL, onde são veiculadas notícias, eventos e demais informações referentes ao arranjo. A ferramenta permite divulgar com eficiência as ações, produtos e projetos do APL para o resto do país. Outra utilidade é formar redes de contatos, em que cada integrante possui um perfil para adicionar agentes com interesses convergentes. 
Como a estrutura é virtual, possibilita que os inscritos de qualquer parte do país se relacionem sem preocupação com a distância, característica é apontada como facilitadora para a integração e o surgimento de ideias. A resolução de problemas e o conhecimento de novas maneiras de trabalho também são beneficiados, inclusive com a geração de novas oportunidade de negócio para os envolvidos.
O que são APLs?
Os APLs são aglomerações de empreendimentos de uma mesma atividade produtiva localizados em determinada região geográfica. As empresas que formam esses agrupamentos geralmente apresentam vínculos de articulação, cooperação e aprendizagem entre si. 
A interação também é realizada com organizações locais, como governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa, com o objetivo de buscar o desenvolvimento do setor naquela região. Esse tipo de arranjo produtivo existe também no exterior, onde é denominado cluster.
 
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