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Juventude pede mais participação

sexta-feira 7 de dezembro de 2012

Severine criticou a “invisibilidade total” que os jovens tinham dentro dos governos do Mercosul. “Porém, a mudança para os governos progressistas ampliaram a inclusão social e a emancipação da juventude. Não só pela sensibilidade dos governos, mas pela mobilização dos próprios jovens. Os governos precisam entender os jovens como sujeitos estratégicos”, disse.

Federico Montero, representante da Casa Pátria Grande – Presidente Nestor Carlos Kirchner, começou sua intervenção apresentando um vídeo com ações importantes do ex-presidente argentino nas relações com diferentes países da região. Ele pediu “um modelo de desenvolvimento alternativo ao neoliberalismo, que garanta a justiça social e a soberania e amplie a democracia”, além de uma maior participação dos jovens nas mudanças políticas. “A presidente Cristina Kirchner diz que o melhor lugar para a juventude é a política, e, no ano de juventude, é onde vamos estar”, afirmou.

*Confira vídeo no Youtube.

O jovem Aldo Gimenez, do Conselho Permanente de Organizações Sociais e Populares do Paraguai, lembrou que, apesar de seu governo estar suspenso do Mercosul, o povo paraguaio está presente na Cúpula Social representando o país. “Não podemos implementar um Estado de democracia com um governo golpista. Não sabemos se haverá eleições sem fraudes em 2013 com o governo de Federico Franco”, disse.

Representando o Brasil, Manuela Braga, do Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE), saudou a juventude venezuelana, tanto pela entrada recente do país no bloco, como pela re-eleição do presidente Hugo Chávez. Citou o Paraguai como um “símbolo do retrocesso da democracia, em um momento que conseguimos avançar em muitos outros países”.

Manuela comemorou a aprovação da destinação de 100% dos royalties futuros do petróleo para a educação brasileira e pediu o reconhecimento dos jovens como um fator estratégico para o desenvolvimento do Brasil e da América Latina. No entanto, fez sua crítica: “A juventude precisa participar mais dentro dos fóruns que temos. Porque estamos apenas engatinhando na participação da juventude na definição de políticas públicas”.

O representante do movimento sindical do Uruguai, Martín Pereira, também pediu o resgate do papel da juventude nas mudanças pelas quais a América Latina está passando e criticou o sistema capitalista, que “vê a juventude como mercadoria, um negócio, segundo ele.

Por Paula Daibert para Social Mercosul

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