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AlampymeBr defende mobilização nacional pela valorização das PMEs

segunda-feira 18 de fevereiro de 2013

As micro e pequenas empresas brasileiras precisam dizer ao governo e ao Congesso o que precisam para exercer seu papel estratégico na economia, sem tantos sacrifícios impostos ao setor, diz o presidente da AlampymeBR, Sergio Miletto, ao defender um processo de encontros, debatese mobilizações nacionais para fortalecer o setor e propor políticas públicas compatíveis com a sua importânci. Ele saúda, por exemplo, a iniciativa da Confederação Nacional das MIcro e Pequenas Empresas (Conampe), de promover o IV Congresso Norte e Nordeste da Pequena Empresa e do Empreendedor Individual e enfatiza. "Deveríamos capilarizar estes encontros. Urge um a conferência Nacional das MPEs e Economia Popular para realmente conhecer os problemas e mapear as propostas. Conhecer nossa diversidade e propor políticas de apoio", diz .
A Alampyme•br propõe a a criação de um Programa de Desenvolvimento Local com Protagonismo dos Movimentos Sociais de MPEs, uma proposta inspirada no Programa LEADERque foi essencial para a criação do Estado de Bem Estar Social Europeu. "Acreditamos que precisamos alterar o modelo de desenvolvimento do país que está ameaçado pelo alto grau de dependência que nossa economia tem em relação as Grandes corporações.", diz Miletto. Ele observa que o modelo atual coloca as MPEs na cadeia Produtiva da Grande Empresa ou trabalhando isoladamente. " E isoladamente não iremos a lugar nenhum ou ficaremos a mercê dos humores de mercado", aponta. Quando uma grande empresa resolve desacelerar quem paga a conta são as MPEs, seus trabalhadores, que muitas vezes são a própria família, e por último os trabalhadores da Grande corporação.


CARTÃO DA MICROEMPRESA

AlampymeBr defende que o apoio às MPEs deve fortalecer os empreendedores e melhorar as operações do cotidiano, a exemplo das atividades financeiras que estão na relação com fornecedores e clientes. "Não é surpresa que após uma onda de otimismo com a economia crescendo, pessoas sem o devido preparo e sem o devido amparo do estado, queiram dar vazão a seus sonhos de ter seu próprio negócio. O triste é que esta solidão, esta ausência do estado e por isso a falta de um programa levem os sonhos e os recursos destas pessoas a com certeza irem mais uma vez para o setor financeiro.

O exemplo mais evidente, segundo ele, é dos cartões de credito e de débito, que ainda não sao parte da cultura de muitas MPES ." As taxas cobradas dos comerciantes, no Brasil são no mínimo uma indecência, uma imoralidade. Estas empresas administradoras de cartão cobram taxas no Brasil muito maiores do que cobram na Europa e nos Estados Unidos." Fazendo uma rápida comparação, hoje um pequeno restaurante enquadrado no supersimples paga em torno de 6,5% de impostos e chega a pagar 7% de taxa de administração do Cartão.

ALAMPYME•BR propõe a criação do cartão de crédito, débito e vale refeição da Microempresa com taxas menores e com e com parte desta taxa indo para um Fundo de desenvolvimento local. Não é complicado. Basta vontade política e o Governo precisa ter esta coragem", diz Miletto. "A pesquisa da Serasa Experian, segundo a qual 60% das MPEs pediram falência no início do ano."


Da redação

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